terça-feira, 25 de março de 2014

VIGILÂNCIA EM SAÚDE DE PIRANGUÇU SOLICITA COLABORAÇÃO DE MORADORES NA PREVENÇÃO E COMBATE A DENGUE


      A Secretaria Municipal de Saúde, através do Serviço Municipal de Vigilância em Sáude, informa que o trabalho de prevenção à dengue é permanente, e as visitas domiciliares são realizadas por agentes de combate a endemias, devidamente identificados por meio de crachá e uniforme (sendo providenciado). Em caso de dúvida, a população pode checar nome e RG dos profissionais que atuam no Programa Municipal de Prevenção à Dengue por meio do telefone 3643-1534.

     Informamos ainda que é fundamental que o agente tenha acesso as dependências da residências como quintais, caixas d água, varandas, depósito de flores e instalações sanitárias de pouco uso.

     Diante do exposto solicitamos a colaboração de todos os moradores de Piranguçu no sentido de permitir o acesso do Agente de Endemias para que o mesmo possa realizar as ações de prevenção e combate a DENGUE.


Maiores informações entrar em contado pelo Tel: (35) 3643-1534 ou pelo email: 


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Saúde promoverá reunião para população em Piranguçu


Equipe de Vigilância em Saúde realizará no dia 07 de março de 2014, ás 13 horas no Salão da Igreja uma palestra destinada a população em geral, principalmente as gestantes.
Serão abordados vários temas de saúde, sua participação é indispensável. Tire algumas horas do seu dia pra saber mais sobre as campanhas da saúde e os meios de prevenção de doenças. Prevenir é melhor que remediar, pense nisso!. Promover e proteger a saúde.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Vigilância Sanitária de Piranguçu reune proprietários de restaurantes e manipuladores de alimentos

Ocorreu nesta segunda no Salão de Reuniões da Câmara Municipal de Vereadores de Piranguçu uma palestra sobre a RDC nº 216/2004 da ANVISA, que Dispõe Sobre as Boas Praticas de Manipulação de Alimentos. A palestra faz parte das ações de Vigilância Sanitária pactuadas junto a Secretária de Estado de Saúde - SES/MG. Com uma presença significativa a palestra se desenvolveu em volta das instalações físicas onde foram feitos cartazes e abertos momentos para apresentação e discussões dos trabalhos. A palestra teve ainda a participação de Secretária Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer de Piranguçu, a Sra. Neuza de Oliveira que salientou a necessidade da qualidade no atendimento junto aos clientes.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Secretaria de Saúde alerta para contaminação por micoses e bicho geográfico no verão

Algumas doenças se proliferam com mais facilidade durante o verão devido às altas temperaturas, à umidade e ao uso compartilhado de ambientes públicos, como praias e piscinas. Entre elas estão as micoses superficiais (afecções causadas por fungos, limitadas à camada superficial da pele, cabelos, unhas e mucosas) e o bicho geográfico (também chamado de Larva Migrans), uma infestação causada pela larva de um parasita (verme) do intestino de cachorros e gatos.

“As micoses superficiais e o bicho geográfico devem sempre ser tratados e acompanhados pelo médico, pois, em geral, provocam coceiras que levam às escoriações e infecções secundárias que podem complicar o caso”, explica a dermatologista da Coordenação Estadual de Dermatologia Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Maria Aparecida Grossi.
As micoses superficiais ocorrem mais frequentemente no verão, pois os fungos se desenvolvem com mais facilidade em ambiente quente e úmido. Os fungos são encontrados em praias e piscinas, e também no solo, nos animais e no homem.
A transmissão ocorre por contato direto ou por meio de objetos contaminados. “Uma boa dica para evitar o fungo é manter a pele seca, especialmente nas dobras cutâneas, e vestir roupas mais frescas e claras para acumular menos umidade e a transpiração. Proteger os pés com o uso de calçados em lugares com água e areia também ajuda a evitar”, explica a médica.
Já a verminose do cão e do gato e, ocasionalmente, as mucosas do ser humano, formam lesões principalmente nos pés, que causam vermelhidão e coceira. “Acomete todas as idades sendo mais frequente em crianças em contato com areia ou terra contaminada”, esclarece Maria Aparecida.

Tratamento

O tratamento das micoses superficiais deve ser orientado pelo médico e varia com o local acometido, além do estado geral de seu portador. É mais simples o tratamento quando compromete somente a pele e em pessoa com boa saúde. Os medicamentos incluem sabonetes, xampus, cremes, pomadas, comprimidos, cápsulas e, muito raramente, injetáveis. O tempo de tratamento é variável, de acordo com a área acometida e das condições de saúde do paciente.
“A micose superficial não tratada pode disseminar por todo o corpo, o que é prevenido com o tratamento adequado e precoce”, alerta Maria Aparecida. Já o tratamento do bicho geográfico também deve ser orientado pelo médico, sendo realizado com antiparasitários (vermífugos). O tempo de tratamento varia de uma a duas semanas, em média.
Fonte: Agência Minas