sexta-feira, 3 de maio de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Casos de coqueluche aumentam em Minas, mas Secretaria de Saúde descarta surto
Nos últimos anos, o número de casos de coqueluche aumentou drasticamente em Minas Gerais e já é preocupante. Em 2011 foram 82 casos notificados à Secretaria de Estado de Saúde (SES), enquanto em 2012 o número chegou a 300, ou seja, houve um aumento de 365% de um ano para outro. Já este ano, os números seguem o mesmo ritmo do ano passado. Até esta quinta-feira (18), pelo menos 106 pessoas já haviam sido diagnosticadas com a doença no Estado.
Já em Belo Horizonte, 17 pessoas tiveram a doença confirmada só este ano, o que corresponde a quase metade dos casos notificados à Secretaria Municipal de Saúda (SMSA) durante todo o ano de 2012. Já no ano passado, em relação ao anterior, houve um aumento de 50% no número de casos.
Já em Belo Horizonte, 17 pessoas tiveram a doença confirmada só este ano, o que corresponde a quase metade dos casos notificados à Secretaria Municipal de Saúda (SMSA) durante todo o ano de 2012. Já no ano passado, em relação ao anterior, houve um aumento de 50% no número de casos.
Mas estes números podem ser bem maiores. Segundo a infectologista Tânia
Marcial, há muitos casos que são diagnosticados mas não são notificados aos
órgãos de saúde. Ainda conforme a médica, uma das explicações para o aumento
repentino da doença, que atinge principalmente crianças com menos de um ano,
está relacionada ao efeito da vacina, que passa após alguns anos. "Não há
reforço da vacinação para os adultos e a população acaba ficando exposta à
bactéria", explica. Outra causa apontada pela médica é que nos últimos anos
houve mais investimento na divulgação de informações sobre a doença, o que
facilita também nos diagnósticos.
Apesar do crescimento do número de casos da doença, a SES descartou que
haja um surto em Minas e informou que o aumento é geral, ou seja, em todo o
país. Além disso, o órgão confirmou que a principal causa para esse aumento é a
falta de reforço na vacinação e informou ainda que o Mistério da Saúde pretende,
ainda este ano, incluir a vacina DTPa no calendário das gestantes, já que são
consideradas a principal fonte de transmissão aos bebês.
Sobre a doença
A coqueluche é uma doença infecciosa aguda transmitida de pessoa a pessoa,
por meio de gotículas eliminadas durante a fala, ou ao tossir e espirrar e
compromete o aparelho respiratório (traqueia e brônquios). Prevenível por
vacina, a doença acomete predominantemente crianças menores de um ano, sendo que
os lactentes, ou seja, bebês com menos de seis meses, são os mais propensos a
apresentar formas graves da coqueluche, que pode inclusive evoluir para a
morte.
Isso porque vacinação é administrada em três doses e a primeira é aplicada
no segundo mês de vida da criança. A imunização contra a coqueluche está contida
na vacina tetravalente (DTP). De acordo com a SES, outros dois reforços (aos 15
meses e quatro anos) são necessários para completar o esquema vacinal dessa vez
com a vacina DTP.
Segundo a infectologista Tânia Marcial, o principal sintoma da doença são
os acessos de tosse. "Hoje todos que estão tossindo há mais de 14 dias devem
investigar a possibilidade de ter coqueluche". Já as crianças abaixo de três
meses podem apresentar também dificuldade respiratória e, caso a doença não seja
diagnosticada precocemente, podem ter complicações que evoluem até para
morte.
As principais medidas que são adotadas para evitar a disseminação da
bactéria é o isolamento do doente com coqueluche. Além disso, os órgãos de saúde
devem buscar indícios de outros casos suspeitos nos ambientes frequentados pelo
paciente. Medidas de higiene como lavagem das mãos, uso de máscara no contato
com o doente, limpeza e desinfecção dos objetos utilizados pelo doente são
extremamente importantes para evitar a transmissão.
Fonte: Hoje em Dia
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Mobilização de combate a Dengue acontece em Itajubá
Aconteceu hoje 19/04 um Seminário de Mobilização contra a
Dengue na Cidade de Itajubá entre o comando da Policia Militar de Minas Gerais
e os representantes das Secretarias Municipais de Saúde de toda região extremo
Sul de Minas.
Parte da equipe de Vigilância em Saúde e representante do
destacamento da PM de Piranguçu de esteve presente na reunião onde foram tratados
assuntos relacionados a formação de uma rede de parcerias entre a PM e as
Secretarias de Saúde para efetivar uma mobilização de combate ao mosquito
transmissor da dengue.
A mobilização prevê ações educativas, apoio da PM aos
Agentes de Endemias na divulgação da importância do trabalho de inspeção das
residências, elaboração de projetos que possam envolver a sociedade em geral.
Nas apresentações e explanações foram apresentados dados da
dengue no ano de 2013 que estão deixando todos em estado de alerta. Minas
Gerais é o 4º estado com o maior numero de casos de Dengue.
A Vigilância em Saúde de Piranguçu informou que no município
já estão acontecendo vários eventos de conscientização e também que já estão
preparando para breve novas ações em conjunto com escolas, entidades, PM local
e demais Secretarias da Prefeitura Municipal de Piranguçu.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
CAMPANHA DE VACINAÇÃO INFLUENZA 2013
“QUEM LEMBRA DA VACINA SE PROTEGE DA GRIPE”
OBJETIVOS:
·
Reduzir a mortalidade, as complicações e as
internações decorrentes das infecções pelo vírus da influenza, na população
alvo para a vacinação.
GRUPOS PRIORITÁRIOS A SEREM VACINADOS
TRABALHADORES DA SAÚDE
CRIANÇAS DE SEIS MESES A MENORES DE DOIS ANOS
GESTANTES – Deverão receber a vacina influenza todas as gestantes
em qualquer idade gestacional
PUÉRPERAS – Mulheres no período até 45 dias após o parto.
IMPACTO DA VACINAÇÃO
A vacinação contra a influenza tem contribuído na redução da mortalidade em indivíduos portadores
de doenças crônicas, tais como:
· Doença cardiovascular;
·
Acidente vascular cerebral (AVC);
·
Doenças renais;
·
Diabetes;
·
Pneumonias;
·
Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC);
dentre outras.
Só será realizada, mediante a prescrição médica.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
Anvisa suspende alimentos de soja da marca AdeS
Por precaução e para proteger a saúde da população brasileira, a Anvisa determinou, nesta segunda-feira (18/3), a suspensão de fabricação, distribuição, comercialização e consumo de todos os lotes dos alimentos com soja da marca AdeS, produzidos pela linha de produdução TBA3G, na fábrica da empresa Unilever Brasil Industrial Ltda, em Pouso Alegre (MG). A medida, válida para todo o território nacional, engloba todos os sabores do produto.
Na semana passada, após ser questionada pela Anvisa por intermédio da notificação nº 5/2013, a empresa Unilever Brasil Industrial Ltda respondeu que havia identificado falha no processo de higienização das máquinas da referida linha de produção. A falha, de acordo com a empresa, teria resultado no envase de embalagens com solução de limpeza, em um lote do produto com sabor maçã.
Apesar da Unilever já ter realizado o recall do lote do produto com sabor maçã (96 unidades, segundo informações da empresa), a Anvisa decidiu suspender todos os lotes de todos os sabores, produzidos na linha de produção em que foi identificada a falha, até que a Agência tenha mais informações sobre a verdadeira extensão do problema. Está programada para esta segunda-feira (18/3), inspeção sanitária, realizada pelas autoridades sanitárias estaduais e municipais, na fábrica da empresa.
Durante a inspeção, serão verificadas as condições sanitárias de produção do alimento. Além disso, será possível verificar a se a falha identificada pela empresa foi solucionada.
Caso seja verificado que o problema tenha, de fato, sido solucionado e que não atingiu outros lotes e sabores, os produtos poderão ser, novamente, liberados pela Anvisa.
Recomendação ao consumidor
O consumidor que tiver adquirido os produtos não deve consumi-los. Em casos de queimaduras ou outro sintomas, procure imediatamente atendimento médico.
Para realizar a troca ou reembolso do produto, o consumidor deve entrar em contato com o fabricante, a Unilever. A solicitação pode ser feita gratuitamente pelo SAC no 0800 707 0044, das 8h às 20h, ou sac@ades.com.br. Em casos de dúvidas, a Anvisa dispõe de uma Central de Atendimento: 0800 642 9782.
O consumidor que tiver adquirido os produtos não deve consumi-los. Em casos de queimaduras ou outro sintomas, procure imediatamente atendimento médico.
Para realizar a troca ou reembolso do produto, o consumidor deve entrar em contato com o fabricante, a Unilever. A solicitação pode ser feita gratuitamente pelo SAC no 0800 707 0044, das 8h às 20h, ou sac@ades.com.br. Em casos de dúvidas, a Anvisa dispõe de uma Central de Atendimento: 0800 642 9782.
quinta-feira, 7 de março de 2013
VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE PIRANGUÇU REALIZA BUSCA DE PRODUTOS INTERDITADOS EM SALÕES DE BELEZA DO MUNICÍPIO
A Unidade de Vigilância Sanitária de Piranguçu desenvolveu
ações de busca de cosméticos com Notificação de Interdição Cautelar pela ANVISA.
As buscas foram realizadas em todos os salões de beleza da cidade e segundo
informações do responsável pela Unidade não foram encontrados nenhum dos
produtos no Município. “Esse é um procedimento comum e ocorrem sempre que são
detectados problemas com registro, rotulagem e desvio de qualidade dos produtos
das seguintes áreas de Cosméticos, Saneantes, Correlatos, Alimentos e
Medicamentos.” Afirma o Sr. Valter A. Carlos -
Fiscal da Vigilância Sanitária
Diante destas recomenda-se aos estabelecimentos que sempre comprem
e comercializem produtos com registro na ANVISA ou que possuam S.I.F (registro
no MAPA), desta forma poderão minimizar os riscos de percas e prejuízos.
Produtos de procedência duvidosa ou desconhecida devem ser evitados.
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